sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Como é formada a Chave de Acesso da NF-e e da NFC-e

A chave de acesso da NF-e é um número de 44 dígitos que segue as normas do manual de   integração do contribuinte, disponível no portal do NF-e.

Na NF-e - Nota Fiscal Eletrônica

 Na NFC-e - Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica


Considerando a seguinte chave de NFCe como exemplo: 

33180404070591000183650010000012480000012488

Podemos observar a seguir, a distribuição das informações nos códigos parciais que formam a chave.


 

É isso...

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Até a próxima e sucesso  

Como comercializar botijões de gás GLP de acordo com a nova legislação.


 

 

Desde o dia 01 de outubro de 2018, revendedores de GLP, distribuidores e clientes estão experimentando problemas com a comercialização ou retorno de botijões de gás GLP, devido à falta de estrutura de sistemas própria, de seu distribuidor, ou desconhecimento das novas regras na legislação por seus colaboradores.

Buscamos neste artigo, esclarecer de forma resumida e direcionada a revendedores de GLP, o que mudou nas regras e como aplica-las no seu dia a dia. Para você que é revendedor de gás e ainda não teve problemas, existem duas opções, sua administração está perfeita e atualizada, ou você ainda não viu o tamanho do problema.

Tudo isto vem acontecendo em função da entrada em vigor das novas regras referentes ao novo formato de nota fiscal, chamada de NFe 4.0, que ampliaram as exigências de informações referentes aos produtos e que tornam obrigatório conhecer e adotar as mudanças nos sistemas. Estas atualizações no modelo das notas fiscais eletrônicas NF-e NFC-e precisam ser renovadas constantemente para atender às novas necessidades do mercado e da fiscalização.

Neste artigo, iremos abordar as operações de venda ao consumidor e a troca de botijões danificados com o distribuidor, dentro destas novas normas.

A grande maioria das novidades nas regras das notas fiscais, são técnicas e não perceptíveis aos revendedores. A título de curiosidade, listaremos estas alterações ao fim deste artigo. Vamos focar nas alterações que afetam as suas operações diárias.

A maioria das revendas ainda não possui um sistema que esteja alinhado com a nova legislação, bem como colaboradores capacitados para seu entendimento. Também não adianta possuir um sistema atualizado, se quem trabalha com ele não sabe que novos campos devem obrigatoriamente ser preenchidos e com qual informação. Sendo assim, aproveite as informações abaixo para se atualizar e compartilhe com seus colaboradores.

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Existem algumas coisas que precisam ficar claras antes de continuarmos...

  1. Toda informação relativa a tributação dos produtos, deve SEMPRE, ser passada ou validada por seu contador.
  2. É importante diferenciar a venda ou devolução do botijão da venda ou devolução do GLP;
  3. Todas as operações de venda e/ou circulação de mercadorias estão sujeitas à incidência do ICMS na forma prevista na legislação tributária, a qualquer título, seja estabelecimento comercial ou industrial, ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular.
  4. Estamos considerando revendas de gás classificadas no Simples Nacional e com operações apenas dentro do estado.

A venda realizada pela revenda ao consumidor final.

 

Para que o revendedor não seja futuramente prejudicado com multas da fiscalização da fazenda e consiga emitir suas notas fiscais de acordo com as novas exigências, precisa entender ou possuir modelos de onde copiar a configuração de cadastro para seus produtos e cadastrar a unidade tributável de um produto da classe GLP. Para isso são necessárias algumas configurações no cadastro do produto, com informações, normalmente disponíveis na nota de entrada enviada por email pelo seu distribuidor.

Seu sistema precisa possuir e prever todas estas opções para que sua operação de venda esteja corretamente alinhada com a atuais exigências da fiscalização da Secretaria de Fazenda e não seja rejeitada no momento da emissão da nota fiscal do consumidor. Lembrando que exigências de ICMS, podem alterar de acordo com o seu estado e neste artigo nos concentramos nas regras do estado do Rio de Janeiro. Na dúvida, consulte seu contador.

Exemplificando as informações a serem preenchidas nos cadastros na condição de revenda de gás para um botijão de 13 Kg.


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Descrição do produto


A descrição correta para a comercialização do GLP para a revenda de revenda de gás, não é botijão nem gás, é: GLP; vasilhame XXX 13KG



É possível verificar a descrição correta no seu caso perante variações de distribuidor ou legislações estaduais, observando a descrição do produto na nota de compra enviada pelo distribuidor.

Peso


  • 13 KG

Unidade


  • KG

NCM - Nomenclatura Comum do MERCOSUL

 

  • 27111910 - Combustíveis minerais, óleos minerais e produtos de sua destilação; matérias betuminosas; ceras minerais - Gás de petróleo e outros hidrocarbonetos gasosos - Liquefeitos: - Outros - Gás liquefeito de petróleo (GLP)

CEST - Código Especificador da Substituição Tributária


  • 0601100 - Gás liquefeito de petróleo em botijão de 13 Kg (GLP)

CST – Código de Situação Tributária do ICMS – Imposto de circulação de Mercadorias

 

  • 60 - ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária.

Em casos de produtos com substituição tributária, onde básica e resumidamente você já pagou o ICMS na compra, é necessário ter muito cuidado em assinalar esses itens para não incorrer em novo pagamento.

CSOSN - Código de Situação da Operação do Simples Nacional


  • 500 - Emissão de NF-e em operação sujeita a substituição tributária, por contribuinte
substituído ou nas operações em que o imposto já tenha sido retido anteriormente.

CST IPI – Código de Situação Tributária do IPI


  • 53 – Saída não tributada

Código de Enquadramento de IPI


  • 999 - Outros / Tributação normal IPI

CST – Código de Situação Tributária do PIS e COFINS


  • 49 - Outras operações de Saída

São reduzidas para zero as alíquotas aplicadas sobre a receita auferida com as vendas efetuadas pelos comerciantes varejistas.

CFOP - Código Fiscal de Operações

 

É aqui que a maioria dos erros são cometidos pelos revendedores, como por exemplo revender o GLP com CFOP 5102, que caracteriza a revenda de mercadorias e devolver com CFOP 5949, que caracteriza outras saídas. Nenhum dos dois atende as regras da legislação para GLP. Em alguns casos, forçados pelo distribuidor e em outros por puro desconhecimento. Não adianta mudar a descrição e zerar os impostos, o que determina se você vai pagar imposto, não é a descrição, é o código, é por ele que a Secretara de Fazenda vai se orientar. Fantasiosamente comparando, seria como chegar em um pedágio com uma carreta de 4 eixos e se dirigir ao atendente pedindo para pagar a tarifa de moto. É evidente que não vai passar. Já no caso da nota, em alguns sistemas, pode até passar sem ser rejeitado pela Fazenda, mas você vai pagar imposto desnecessário ou no futuro vai voltar a cobrança da diferença com o brinde da multa.
O código que caracteriza a operação de revenda para a Secretaria de Fazenda no caso de GLP é:

  • CFOP 5656 - Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado a consumidor ou usuário final

Código GTIN - Número Global do Item Comercial


O código GTIN é a numeração que consta e permite a geração do código de barras seguindo as normas do Cadastro Centralizado de GTIN (CCG). Os distribuidores de GLP, normalmente classificam seus produtos com a informação “Sem GTIN”, que deve constar como na nota de entrada.

O Indicador de Escala Relevante


O Indicador de Escala Relevante é um novo campo na nota fiscal, que indica bens e mercadorias que são produzidos em grande quantidade. Serão considerados fabricados em escala industrial NÃO RELAVANTE apenas quando produzidos por optante pelo Simples Nacional, com receita bruta igual ou inferior a R$ 180 mil, com estabelecimento único e credenciado pela administração tributária da unidade federada de destino dos bens e mercadorias, quando assim exigido. Ou seja, GLP é de ESCALA RELEVANTE e precisa ser sinalizado assim.

Código de classificação e descrição Produto na ANP


  • 210203001 – GLP
  

% GLGNn - Percentual de Gás Natural Nacional


Verifique na descrição do produto na nota de compra ou consulte o distribuidor.

% GLP - Percentual de GLP derivado do petróleo


Verifique na descrição do produto na nota de compra ou consulte o distribuidor.

% GLGNi - Percentual de Gás Natural Importado


Verifique na descrição do produto na nota de compra ou consulte o distribuidor.

Observação importante: Os campos % GLP ou  % GLGNn ou % GLGNi, podem ser informados todos juntos, apenas 2 ou apenas 1 deles. Em todos os casos, a soma de seus valores deve resultar em 100 (%).

Valor de partida


Deve ser informado o valor por quilograma de conteúdo apenas sem ICMS.

Unidade Tributária


Deve ser informado como KG


O sistema efetuará então os cálculos necessários para a completa configuração do produto.



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Devolução, remessa, troca ou retorno de mercadorias ao distribuidor


Para que haja a possibilidade de remessa, troca ou retorno de uma mercadoria, você precisa ter comprado. Lógico consultor, é o que você deve está pensando... Entretanto, o que acontece no dia a dia e é prática muito comum entre os revendedores, é comprar GLP, de acordo com sua nota de entrada e querer devolver botijão ou vasilhame, principalmente no caso de avariados. É fato, você só pode devolver o que comprou, então se comprou GLP, tem que devolver GLP.

Normalmente o botijão é parte de um contrato de comodato realizado entre a distribuidora e a revenda que determina a quantidade de botijões normalmente, de acordo com o compromisso de venda de uma meta anual. Seu transporte é então acobertado por este contrato e a nota de venda do combustível, a não ser que esteja sendo realizada uma compra ou devolução do próprio botijão vazio.

Para emitir nota fiscal de devolução, são necessárias duas ações no momento da emissão:

  1.  Selecionar um CFOP de devolução como finalidade da emissão da NFe.
  2. Informar a nota fiscal referenciada, A SECRETARIA DE FAZENDA exige que seja referenciada a nota de compra ou origem do que está sendo devolvido.

O mais indicado no caso de remessa de botijões cheios avariados seria o 5661 - Devolução de compra de combustível ou lubrificante, adquiridos para comercialização, cuja entrada tenha sido classificada como "Compra de combustível ou lubrificante para comercialização". Mas aconselhamos sempre que seu contador seja consultado.


No retorno a distribuidora de botijões vazios.

 

Já na remessa dos vasilhames, será emitida nota fiscal, com via adicional que servirá para acobertar o retorno, sem destaque do ICMS, para acompanhar o trânsito até o local de destino.
Deverão ser mencionadas na nota fiscal, além das indicações exigidas no Regulamento do ICMS, as seguintes informações:

  1. Natureza da operação para remessa de vasilhame 5920;
  2. ICMS isento

No retorno a revenda de botijões vazios após a entrega em domicílio pelo próprio revendedor ao consumidor.

 


Deverão   ser   informados obrigatoriamente na NFCe:

  1. Os dados do consumidor: CPF e endereço;
  2. Os dados do transportador mesmo sendo o próprio revendedor, seja por moto, ciclista ou picape pertencentes ao revendedor
  3. Caso haja, o valor cobrado para entrega em domicílio deve ser inserido no campo “FRETE”.
  4. No retorno ao estabelecimento remetente ou a outro do mesmo titular ou a depósito em seu nome, o trânsito será acobertado por via adicional da nota fiscal relativa à operação de saída emitida pelo revendedor.


Como resolver esses problemas?

 

Essas novas regras são um desafio e tanto, mas elas poderem ser facilmente vencidas com um projeto de atualização do software de vendas e gestão. Se você tem um parceiro de tecnologia confiável, não precisa se preocupar. Afinal, ele certamente está atento e preparado para te apoiar nesse momento.

  1. Sistema de vendas - Caso não possua ou o seu não atenda as novas exigências, clique AQUI e solicite um contato para conhecer, um sistema de vendas e gestão, que solucionará todos os seus problemas com um valor mensal que cabe no bolso do revendedor de gás de qualquer tamanho.
  2. Caso necessite de orientações sore revenda de gás GLP seu mercado e sua administração, clique AQUI e entre em contato com a IJ Assessoria em GLP.
  3. Caso necessite de orientações contábeis, clique AQUI e entre em contato com a DLC Contabilidade.
  4. Se você está vendendo pouco, clique AQUI e entre em contato com a EDS Marketing, que irá lhe oferecer um conjunto de fermentas digitais, com o seu próprio site por exemplo, para enquadrar sua revenda na realidade atual de mercado


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Observação 1: NCM NA VENDA DE BOTIJÃO

 

Na condição de revenda de botijão de gás deverá ser utilizado o seguinte NCM:

  • NCM 73110000 - Recipientes para gases comprimidos ou liquefeitos, de ferro fundido, ferro ou aço.

A REVENDA NECESSITARÁ NESTE CASO, TER REALIZADO A COMPRA DE BOTIJÕES E POSSUIR UMA NOTA DE ENTRADA, não sendo legalmente aceita a venda de botijões do contrato de comodato.

Observação 2: Outras alterações na nova legislação para NFe 4.0 e QR Code 2.0

 

Adoção do protocolo de segurança; modificação nos campos relativos ao Fundo de Combate à Pobreza para operações internas ou interestaduais com Substituição Tributária (ST);  valor de troco; alteração no indicador de presença que agora pode ser preenchido com operação presencial fora do estabelecimento, que ocorre no caso de venda ambulante;  novas modalidades de frete como transporte próprio por conta do remetente ou transporte próprio por conta do destinatário; criada a rastreabilidade de produto que vai permitir rastrear qualquer produto sujeito a regulações sanitárias, como é o caso de defensivos agrícolas, itens veterinários, odontológicos, medicamentos, bebidas, águas envasadas e embalagens; código da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para medicamentos; alteração nas informações do QRcode diferenciadas para notas com emissão normal e em contingência; além de ser preciso informar qual o meio de pagamento utilizado, como dinheiro, cheque, cartão de crédito ou de débito, vale alimentação, entre outros.

Observação 3: Outros CFOP´s referentes a comercialização de combustíveis,



5650 SAÍDAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO, E LUBRIFICANTES

5651 Venda de combustível ou lubrificante, industrializados no estabelecimento e destinados à industrialização do próprio produto, inclusive aquela decorrente de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 - "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura".

5652 Venda de combustível ou lubrificante, industrializados no estabelecimento, destinados à comercialização, inclusive aquela decorrente de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 - "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura".

5653 Venda de combustível ou lubrificante, de produção do estabelecimento, destinados a consumidor ou usuário final. Venda de combustível ou lubrificante, industrializados no estabelecimento, destinados a consumo em processo de industrialização de outro produto, à prestação de serviço ou a usuário final, inclusive aquela decorrente de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 - "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura".

5654 Venda de combustível ou lubrificante, adquiridos ou recebidos de terceiros, destinados à industrialização subsequente. Venda de combustível ou lubrificante, adquiridos ou recebidos de terceiros, destinados à industrialização do próprio produto, inclusive aquela decorrente de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 - "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura".

5655 Venda de combustível ou lubrificante, adquiridos ou recebidos de terceiros, destinados à comercialização. Venda de combustível ou lubrificante, adquiridos ou recebidos de terceiros, destinados à comercialização, inclusive aquela decorrente de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 - "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura".

5657 Remessa de combustível ou lubrificante, adquiridos ou recebidos de terceiros, para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos.

5658 Transferência de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento da mesma empresa.

5659 Transferência de combustível ou lubrificante adquiridos ou recebidos de terceiros, para outro estabelecimento da mesma empresa.

5660 Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquiridos para industrialização subsequente do próprio produto, cuja entrada tenha sido classificada como "Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subsequente".

5662 Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquiridos por consumidor ou usuário final. Devolução de compra de combustível ou lubrificante, adquiridos para consumo em processo de industrialização de outro produto, na prestação de serviço ou por usuário final, cuja entrada tenha sido classificada como "Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final".

5663 Remessa para armazenagem de combustível ou lubrificante.

5664 Retorno de combustível ou lubrificante recebidos para armazenagem.

5665 Retorno simbólico de combustível ou lubrificante recebidos para armazenagem, quando a mercadoria armazenada tenha sido objeto de saída, a qualquer título, e não deva retornar ao estabelecimento depositante.

5666 Remessa por conta e ordem de terceiros, de combustível ou lubrificante, recebidos anteriormente para armazenagem.


Observações finais


SOMENTE PARA USO INFORMATIVO: O material disponível nesta Coletânea foi consolidado pela Pronto sistemas, EDS Marketing, DLC Contabilidade e IJ consultoria. Seu objetivo é SOMENTE informativo. As informações apresentadas, com fins de informação geral, podem ou não refletir os últimos desenvolvimentos legais, a considerar a unidade federativa e as datas de publicação e leitura em relação as alterações fiscais, e não devem ser consideradas como guia. As opiniões expressadas através desta Coletânea devem obrigatoriamente ser validadas por seu contador antes de utilizadas.

Fontes bibliográficas em ordem alfabética:

Ajuste SINIEF 9/2003
Anexo VII pelo Convênio ICMS 149/17
Art. 30, do Livro VI, do RICMS-RJ/2000
Artigo 82 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal
Cláusula primeira, I, do Convênio ICMS nº 88/1991
Convênio ICMS 52/2017
Convênio ICMS 99/96
Decreto Nº 26.174 de 26/11/2003
Decreto nº 27.815/2001
Editorial IOB www.iob.com.br
Lei 12.741/2012
Manual NFC-e - Sefaz-RJ
Nota Técnica 2012.003 – Encat
Nota Técnica 2013.005 – Encat
Nota Técnica 2016.002 – Encat
Portal Sindgás - http://www.sindigas.com.br/Estatistica/Impostos/
Protocolo ICMS 10/07
Regulação do setor de GLP no Brasil – Sindigas
Resolução ANP nº 15/2005
Sistema de Informações de Movimentação de Produtos - SIMP - http://www.anp.gov.br/simp


Equipe de redação


  • Laierte Rodrigues Dias - Pronto Sistemas
  • Ana Paula Canadas – DLC Contabilidade
  • José Antônio Borges – IJ Consultoria

 Até a próxima e sucess

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Porque você estará em risco e deve substituir seu Windows 7?





A Microsoft anunciou que o suporte ao Windows 7 será encerrado em 14 de janeiro de 2020.

A princípio, não haveriam mais atualizações para este sistema, mas o grande número de equipamentos instalados ainda com esta versão do sistema falou mais alto e a Microsoft irá ainda fornecer atualizações por 3 anos. Entretanto, essas atualizações serão cobradas.

Quanto custará manter o Windows 7 após a finalização do suporte da Microsoft?

Como era de se esperar, manter esse sistema funcionando não será barato, especialmente para consumidores que necessitam aplicar essa prorrogação de utilização em diversas máquinas, já que a cobrança será por máquina e mais caro ainda para usuários da versão Pro.

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Como dissemos, a Microsoft ainda oferecerá atualizações por três anos, com o valor aumentando ano a ano. Para os usuários da versão PRO, por exemplo, os preços pagos anualmente são:

  • No primeiro ano (janeiro de 2020 a 2021) – 50 Dólares por Máquina;
  • No segunda ano (janeiro de 2021 a 2022) - 100 Dólares por Máquina;
  • No terceiro ano (janeiro de 2022 a janeiro de 2023) - 200 Dólares por Máquina.  
 
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Se o usuário chegar ao terceiro ano e decidir atualizar, terá que pagar também os dois anos anteriores se não o fez.

Ou seja, a ideia da Microsoft é desincentivar o uso do Windows 7.

Este, entretanto não é o maior problema, ou a menor vantagem em atualizar para Windows 10.

Quais são as vantagens de atualizar para o Windows 10?

  • Segurança ampliada e aprimorada como por exemplo ficar protegido para os ataques conhecidos de Hackers
  • Caso possua outros dispositivos de vendas na loja como tablets e Smartphones, o sincronismo entre os dispositivos será possível
  • Correção de problemas
  • Compatibilidade com equipamentos atuais, como novos modelos de impressoras e etc
  • Pode-se adicionar um monitor Touch Screen a seu sistema de vendas

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Toda versão de Windows possui um ciclo de vida próprio e exclusivo. Em outras palavras, quando se adquire a licença do Microsoft Windows, constarão todos os recursos para atualização, no entanto, ao fim de cada ciclo você deixa de receber atualizações como acontecerá em breve com o Windows 7.

É nesse momento que os usuários começam a se expor aos riscos por não atualizar a versão do Windows. O sistema está aberto à falhas, ataques, vírus e pode não ser compatível com um novo periférico ou acessório.

Assim como na utilização de uma licença Microsoft ilegal, onde você corre riscos pela falta de atualização e estagnação do sistema, por isso é tão importante estar com o Windows atualizado.

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Até a próxima e sucesso